E quando a gente divorcia
Um sonho, uma aliança, um eu te amo, e um bichinho de pelúcia foram o bastante para ela dizer sim.
Apesar dos sinais visíveis que aquilo não iria dar certo, ela insistiu no sim.
Talvez você me pergunte, ela foi feliz? Sim, por algum tempo ela se enganou, com gotas de felicidades.
E em uma manhã qualquer, ela acordou sozinha, olhando o extrato bancário, e ela lembrou da escola da filha, do transporte, da alimentação, então ela se tornou uma rocha, e rocha não cansa, não sente nada, não chora.
Ela abriu o armário, escolheu uma roupa, vestiu a filha, a acompanhou até a escola e de lá foi trabalhar, todos que a viam, não perguntavam nada, nem falavam nada, porque não viam uma mulher, viam uma rocha, então quando se aproximavam, ela tinha um sorriso constante, frio, mas constante, e quem é que percebe um sorriso real hoje em dia? Ninguém.
E de repente ela acordou, respirou, e a rocha se quebrou e de lá saiu uma mulher incrível, forjada na rocha, na palavra, na fé e na esperança.
Ela não se perguntou o que você fez da sua vida?
Tudo que foi vivido, foi necessário, tudo foi preciso, e hoje ela sorri com a alma, e quem a encontra sempre para, para ter uma conversa, por que agora ela vive, e sorri com a alma.
Seja feliz
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